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Trump Versus Maduro: Avaliando A Capacidade Militar Venezuelana



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A capacidade militar da Venezuela está em declínio e enfrenta crescente pressão estratégica dos Estados Unidos, que intensificaram operações antinarcóticos no Caribe Sul e no entorno marítimo do país.

Com estruturas aéreas, navais e terrestres fragilizadas, as Forças Armadas venezuelanas mostram baixa prontidão operacional e limitada capacidade de projeção de poder, o que redesenha o equilíbrio de forças na região.


Fragilidade aérea e perda de dissuasão

A Força Aérea venezuelana, historicamente considerada um dos vetores centrais do poder militar de Caracas, atravessa seu momento mais crítico.

Fontes locais e relatórios independentes apontam que apenas três a quatro caças F-16 Fighting Falcon permanecem operacionais no 16º Grupo Aéreo de Caça — todos com armamento restrito a munições não guiadas e sem capacidade de ataque ar-terra.

Unidades-chave como o 83º Esquadrão de Sistemas Aéreos Não Tripulados e o Grupo de Controle e Vigilância Francisco de Miranda estão fora de condições de combate, e cerca de 50% dos radares de detecção de longo alcance (modelos JYL-1 e JY-11B) estão inoperantes por falta de peças de reposição.

Essa degradação compromete a capacidade do país de monitorar seu espaço aéreo e reduz drasticamente seu poder de dissuasão, criando brechas para operações externas e para atividades ilícitas transnacionais.


Defesa naval limitada à faixa costeira

A Armada Bolivariana de Venezuela também demonstra severas restrições. Com poucos meios oceânicos disponíveis, a atual estratégia naval concentra-se em patrulhas costeiras entre Nueva Esparta e Delta Amacuro, no corredor marítimo oriental.

Em setembro de 2025, a Venezuela deslocou a corveta oceânica Guaiquerí Kariña (PC-14) e o navio de patrulha Agustín Armario (PG-62) para essa área, poucos dias após um ataque cinético dos EUA contra uma embarcação não identificada associada ao Tren de Aragua.

Imagens de satélite do Centre for Strategic and International Studies mostram ainda movimentações de lanchas-míssil Zolfaghar e navios de desembarque Fraile em portos da região.

Apesar disso, a frota venezuelana carece de profundidade logística e capacidade de sustentação para operações prolongadas em águas azuis, o que limita a defesa de rotas marítimas estratégicas e reduz sua relevância no equilíbrio naval regional.


Estrutura terrestre com alcance tático restrito

O Exército venezuelano, embora numeroso no papel, enfrenta gargalos logísticos que impedem a mobilização de forças em escala nacional.

De acordo com especialistas sul-americanos, o país consegue apenas movimentar pequenas unidades locais das chamadas “Unidades de Reação Rápida”, sem capacidade para projetar brigadas completas ou sustentar operações convencionais.

Embora o abastecimento de munições tenha melhorado desde 2021, a diversidade excessiva de calibres e plataformas armamentistas gera incompatibilidades operacionais e prejudica a integração entre infantaria e artilharia.

Relatórios das Forças Armadas do Brasil e de analistas regionais indicam que a Venezuela não possui hoje meios logísticos para manter combates prolongados em cenários de conflito entre pares.


Conclusão

A atual capacidade militar da Venezuela é insuficiente para sustentar operações convencionais, proteger seu espaço aéreo e marítimo ou projetar força em escala nacional.

Esse cenário reduz o peso estratégico do país no Caribe Sul e reforça a presença dos Estados Unidos como principal ator de segurança na região.

Embora não represente uma ameaça convencional significativa, a fragilidade venezuelana cria oportunidades para grupos ilícitos e eleva o potencial de instabilidade transnacional — fatores que merecem atenção de qualquer análise geopolítica séria sobre o continente.


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